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FUNGO NEGRO – MUCORMICOSE

A doença conhecida como FUNGO NEGRO tem sido considerada um “pesadelo dentro da pandemia” de coronavírus, especialmente na Índia.

19/09/2021 às 08h19
Por: Paulinho porto
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FUNGO NEGRO – MUCORMICOSE

 

São conhecidos, até o momento da produção desse artigo, cerca de nove mil casos reportados de MUCORMICOSE, o nome oficial desse mal causado por um fungo. E fungo não é vírus, porém um fungo pode servir de veículo par colônias de vírus.

O que assusta é que a doença está atacando pacientes que se tinham se recuperado da covid-19 ou estavam em processo de recuperação. Por isso a mucormicose acabou associada à pandemia do coronavírus.

Alguns pacientes só puderam ser salvos após um olho afetado pelo mal, ter sido removido em função da sua destruição notória no rosto do paciente. E como o fungo afeta primeiro olhos, nariz e boca, olhos afetados são normais neste processo de contagio. E, com o contágio evidente, a medicina se apressa para salvar o olho restante. Esse fato está sendo corriqueiro na Índia.

Mas a mucormicose é uma doença letal, com a taxa de mortalidade entre os infectados é de mais de 50%.

Este mal é classificado por alguns médicos como “um pesadelo dentro da pandemia”, a MUCORMICOSE vem numa crescente exponencial na Índia, tendo atingido quase 9 mil pacientes com covid-19 no país.

Popularmente chamada de FUNGO NEGRO, a doença mata mais de 50% no pais. Aqui no Brasil já foram notificados (até a conclusão desse artigo) 29 casos somente nos primeiros cinco meses de 2021. Em todo ano passado, de acordo com informações do Ministério da Saúde à BBC News Brasil, foram 36 registros.

Segundo o órgão federal, “não é possível relacionar, até o momento da montagem deste artigo, os casos de MUCORMICOSE registrados no Brasil com a COVID-19 e as variantes do vírus”, embora a situação coincida com o agravamento da pandemia no país.

Na MUCORMICOSE, o fungo costuma entrar pelo nariz e logo adentrar os vasos sanguíneos do rosto, criando MANCHAS ESCURAS por onde passa. É de onde vem o “apelido” FUNGO NEGRO.

Muitos epidemiologistas afirmam que não há motivo de grande alarme. Segundo eles, é improvável que um quadro como o da Índia ocorra no Brasil ou em outros lugares do mundo, pois essa situação local não constitui uma ameaça à saúde pública global.

Os especialistas em saúde pública afirmam que “a mucormicose não é algo que vai se espalhar pelo mundo”.

Embora pareça uma novidade, esses fungos são conhecidos e estudados desde o fim do século XIX e já circulam em boa parte do mundo, de acordo com especialistas.

A Índia apresenta uma série de características que explicam o aumento dos casos de mucormicose no país, pois os agentes causadores da doença estão no ar e tiram vantagem da umidade alta e da temperatura quente daquele total.

Os fungos que provocam essa condição, conhecidos como RHIZOPUS, RHIZOMUCOR e MUCOR, podem ser observados no bolor do pão e das frutas, por exemplo.

Esses fungos estão presentes em muitos países, incluindo o Brasil.

A explicação para que fungos tão comuns, aparentemente de pouco potencial ofensivo, causem tantos estragos em algumas pessoas, enquanto outras sequer são afetadas, está na condição de saúde de cada um.

São três situações que facilitam o desenvolvimento da mucormicose: diabetes descontrolado, doenças oncohematologicas (como a leucemia), que requerem transplante de medula óssea, ou o uso de altas doses de medicamentos corticoides, que têm ação anti-inflamatória.

A índia é um dos países com mais diabéticos do mundo e vive atualmente um descontrole da pandemia de COVID-19, com um alto número de pacientes internados que necessitam tomar corticoides, que nos informa o Comitê de Micologia da Sociedade Brasileira de Infectologia.

Péssimas condições sanitárias  dos hospitais e das enfermarias em algumas regiões da Índia que facilita o risco de contaminação por fungos.

Somam-se a isso as péssimas condições sanitárias dos hospitais e das enfermarias em algumas regiões do país, o que facilita o risco de contaminação por fungos.

Dessa forma, tem-se uma situação que abrange um grande número de pacientes vulneráveis, com o sistema imunológico enfraquecido pela COVID-19, muitas vezes com comorbidades (como o diabetes) e que precisam de remédios que interferem ainda mais no funcionamento das células de defesa – caso dos corticoides.

Para piorar, eles são mantidos em locais sem higiene adequada.

Em pessoas hospitalizadas, geralmente, os fungos podem ser aspirados naturalmente por elas mesmas ou entrar pelos tubos e cateteres que ficam ligados nas veias.

Outra forma de acesso é o instinto: como os fungos colonizam boa parte do sistema digestivo junto com as bactérias, eles podem aproveitar um desequilíbrio na microbiota (causada pelo uso de antibióticos, por exemplo) para se estabelecer por ali ou, até mesmo, invadir a circulação sanguínea.

No caso da mucormicose, o fungo costuma entrar pelo nariz e logo adentrar os vasos sanguíneos do rosto, criando manchas escuras por onde passa. É de onde vem o APELIDO de fungo negro.

Numa situação normal, o próprio sistema imunológico pode conseguir lidar com esses avanços fúngicos e evitar agravamentos.

Mas, em um momento de fragilidade causado pela pandemia, esse mecanismo natural de defesa pode não agir tão em, permitindo que esses seres danosos causem grandes estragos. Diante da pandemia causada pelo novo coronavírus (COVID-19) desde o ano de 2020, um raro fungo vem preocupando as autoridades de saúde.

Na última semana de maio de 2021, a Índia registrou cerca de 9.000 casos de mucormicose, doença também chamada de FUNGO NEGRO ou FUNGO PRETO que tem um alto índice de letalidade nos pacientes sintomáticos.

O FUNGO MUCOR, é um dos responsáveis pela MUCORMICOSE que acomete os pacientes com COVID-19 na Índia.

A ÍNDIA, que enfrenta uma segunda onda intensa de contágios do coronavírus, sofre agora com MUCORMICOSE, uma rara infecção fúngica, conhecida como FUNGO NEGRO, que está se proliferando a um ritmo alarmante, especialmente entre os convalescentes da COVID-19.

Além de matar, a doença tem provocado casos de mutilação no país, que classificou a enfermidade como UM PESADELO DENTRO DA PANDEMIA.

Na quinta-feira, nove estados classificaram a infecção como uma epidemia.

Somente no estado de Maharashtra foram registrados mais de 2.000. Também foram inaugurados centros especializados em Nova Délhi, Bangalore e Mumbai.

Nas redes sociais aumentam os pedidos para encontrar tratamentos antifúngicos. De acordo com a imprensa indiana, o FUNGO NEGRO provocou centenas de mortes em poucos dias.

Os centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Citados (CDC) afirmam que os primeiros sintomas da doença são dores de cabeça, inchaço do rosto e febre, com uma taxa de mortalidade superior a 50%.

Cada doença possui suas peculiaridades. Algumas se comportam de uma maneira específica, disseminando-se de diferentes formas. Algumas não chegam a se espalhar por grandes regiões, restringindo-se a algumas populações.

Outras, no entanto, podem atingir um país inteiro e até outros continentes, que é o caso da MUCORMICOSE, doença que vem do FUNGO NEGRO.

Em meio a ONDAS DO NOVO CORONAVÍRUS, a morte de pessoas por FUNGO NEGRO se tornou uma preocupação no Amazonas.

O Brasil registro até o momento, 29 casos de mucormicose, um deles foi confirmado na capital amazonense.

                                                                                                            Por LOWRY LANDI

 

 

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