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Saúde CORONAVIRUS

CORONAVÍRUS (variante) CEPA DA ÍNDIA

Desde o momento em que a Índia foi assolada pelo COVID-19, numa forte onda causada pela chamada VARIANTE INDIANA, o mundo segue em alerta para conter o avanço desta nova cepa. Locais como o Reino Unido, por exemplo, já enxergam riscos à saída do LOCKDOWN diante da ameaça, apontada pelos cientistas britânicos como até 50% mais transmissíveis.

06/09/2021 às 05h39
Por: Paulinho porto
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CORONAVÍRUS (variante) CEPA DA ÍNDIA

Identificada em 50 países, a cepa ou variante indiana foi verificada em território brasileiro nesta semana, mas o Brasil segue recebendo voos e embarcações da Índia.

Mas o que é esta CEPA DA ÍNDIA?

A CEPA INDIANA tem mais de uma variação. Elas são a B.1.617.1, a B.1.617.2 e a B.1.617.3 e foram descobertas na Índia entre outubro e dezembro de 2020.

Pela Organização Mundial de Saúde, sabemos que a B.1.617 é uma variante de atenção em nível global.

A OMS classificou apenas outras três cepas como variantes de atenção além da indiana: B.1.1.7 (do Reino Unido), B.1.351 (da África do Sul) e a P1 (de Manaus, no Brasil).

As mutações do vírus funcionam como válvulas de escape, uma forma de burlar o sistema imunológico e, por isso, podem ocorrer as reinfecções. Isso pode acontecer mesmo com quem já foi vacinado, por isso a preocupação.

Atualmente, o estudo mais avançado sobre a variante indiana é do Grupo Independente de Aconselhamento Científico para Emergências (INDIE-SAGE), DO Reino Unido.

No momento, a cepa que atinge mais o país é a B.1.1.7, também conhecida como VUI.

Segundo a Indie-Sage, caso da variante indiana seja de 30% a 40% mais transmissível que a VUI, é possível que no Reino Unido, viva uma terceira onda muito pior que as anteriores.

Segundo a BBC, no entanto, cientistas britânicos, no entanto, já trabalham com a possibilidade de cepa ser de 50% mais transmissível.

A Índia bateu recordes de mortes em 24 horas pelo novo coronavírus, com 4.529 mortes no país em um dia.

A marca anterior era dos Estados Unidos, com 4.475 mortes em um dia. Atualmente a Índia está no 3º lugar com países com mais mortes, atrás dos Estados Unidos e Brasil. O certo é que a variante indiana foi encontrada em mais de 50 países.

A variante indiana da cepa indiana da COVID 19 é mais infecciosa e mais grave. Médicos da índia observaram o aumento de deficiência auditiva, distúrbios gástricos sérios, fungo negro e coágulos em pacientes infectados pela variante indiana do coronavírus.

A cepa indiana é considerada a mais infecciosa até o momento e, com as descobertas, também pode ser a mais grave é ela que impulsiona a devastadora segunda onda de COVID-19 no aís asiático.

Na Inglaterra e na Escócia, por sua vez, as primeiras evidências sugerem que a cepa carrega um risco maior de hospitalização.

Esta cepa, também conhecida por VARIANTE DELTA, e conhecida cientificamente pelo código B.1.617, já tem oito casos confirmados no Brasil, (desde a confecção desta matéria), e se espalhou em mais de 60 países nos últimos seis meses, o que gerou restrições de viagens mundo afora.

Um aumento nas infecções, alimentado pela cepa, forçou o Reino Unido a reconsiderar os planos para reabrir o país no fim de junho, com um relatório local informando que os planos podem ser adiados em duas semanas.

Com taxas mais altas de transmissão e uma redução na eficácia das vacinas, a compreensão dos efeitos da variante indiana se tornou algo especialmente crítico.

Dor de estômago, náuseas, vômitos, perda de apetite, perda de audição e dores nas articulações estão entre os sintomas que os pacientes de COVID-19 estão enfrentando em toda a Índia.

Alguns pacientes desenvolveram MICROTROMBOS, que são pequenos coágulos sanguíneos, tão graves que levam o tecido afetado a morrer e desenvolver gangrena.

Os profissionais médicos se espantam com a velocidade com que o vírus está se espalhando e com o aumento da quantidade de sintomas específicos, diferentes de um paciente para outro.

A infecção foi detectada em mais de 8.800 pacientes e sobreviventes do COVID-19, forçando as autoridades de saúde a considera-la uma epidemia específica.

Esta variante indiana do coronavírus é considerada a mais infecciosa, provocando gangrena e perda de auditiva, indicando que esta variante é a mais severa, sendo inclusive 40% mais contagiosa, apesar da ciência ainda saber muito pouco sobre a cepa indiana.

                                                                                                      Por LOWRY LANDI

 

 

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